Nayara Gonçalves, gerente de uma loja de celular no Sul da Flórida, nos Estados Unidos, conseguiu evitar que um homem armado roubasse o estabelecimento ao dizer que Jesus Cristo não aprovaria aquela atitude.
Segundo o jornal norte-americano Miami Herald, Nayara é brasileira e tem 20 anos. Toda a ação foi gravada pela câmera de segurança do caixa, que também captou o áudio da conversa.
Após pedir informações sobre os produtos à venda, o criminoso anunciou o assalto. A gerente manteve a calma e começou a conversar com o rapaz. “Você pode fazer o que quiser. Eu vou apenas falar sobre Jesus antes de você ir embora”, disse a garota.
Nayara disse ao assaltante que Jesus o ajudaria e que era para ele voltar a frequentar a igreja. Ela ainda ofereceu a ele auxílio para encontrar um emprego. Após alguns minutos de conversa, o homem assumiu que também é cristão e que odiava ter que fazer aquilo, e que precisava de US$ 300 para não ser despejado.
Convencido de que não precisava assaltar a loja, o rapaz pediu desculpas à brasileira e disse que “não queria machucá-la”. No fim da conversa, o assaltante arrependido revelou que a arma era de brinquedo.
Um dos primeiros casamentos entre pessoas do mesmo sexo na Argentina será celebrado pela juíza de paz Marta Corvella, que há alguns dias gerou polêmica por assegurar que não oficializaria matrimônios gays porque Deus não aprova. Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica GospelO casamento gay na Argentina foi sancionado na noite desta quarta-feira pela presidente Cristina Kirchner, que tornou o país o primeiro na América Latina a oficializar a união entre pessoas do mesmo sexo. Nesta semana, a diretora-geral do Registro de Pessoas de La Pampa, Irene Giusti, afirmou que a juíza Corvella, evangélica, havia recuado de sua decisão e já atendia casais do mesmo sexo interessados em concretizar a união.
A cerimônia será celebrada por Corvella em 17 de agosto próximo, entre Alberto Peralta, 61, e Oscar Omar García López, 57, dois comerciantes da cidade que estão juntos há 27 anos.
“Pareceu-nos uma mulher de grande coração, e inclusive rezamos juntos. Ela nos convidou à Igreja Evangélica, porque é muito crente”, afirmou García López a uma rádio local.
Ele explicou ainda que o casal pretende formalizar a relação para “celebrar nosso amor e por uma questão de herança”.
No último dia 14, o Senado argentino aprovou a lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo, após um debate que durou 14 horas e dividiu opiniões.
Fonte: Folha Online / Gospel+ Via: Folha Gospel
Três padres católicos foram denunciados por manter relações homossexuais e filmados em locais gays em Roma, em festas com garotos de programa e durante encontros sexuais com parceiros ocasionais, anunciou nesta quinta-feira (22) a imprensa local. Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel A investigação, antecipada pela mídia italiana, será publicada na revista Panorama sob o título “As bravas noites dos padres gays”. A reportagem mostra que durante 20 dias um repórter se infiltrou, junto a um cúmplice homossexual, em festas de sacerdotes que “conduzem uma surpreendente vida dupla”.
A publicação afirma ter descoberto “numerosos casos” de padres que mantêm uma vida homossexual paralela, e ter encontrado “três em particular”.
Para a produção da reportagem, o jornalista e seu colaborador marcaram alguns encontros com os padres. O primeiro deles foi conseguido através da internet em 2 de julho deste ano, dando início às filmagens.
De acordo com a Panorama, um dos sacerdotes rezou uma missa em cima de uma mesa de sua própria casa, na presença do repórter, com a qual a revista sustenta ter verificado que o homem era “efetivamente um padre”. Outro dos envolvidos foi filmado fazendo uma celebração em uma igreja não muito distante de seu apartamento.
A aproximação com o terceiro padre ocorreu por meio de uma sala de bate-papo homossexual. O encontro entre eles foi realizado “diante da igreja de uma missão católica”.
A denúncia acontece alguns dias depois que o Vaticano anunciou que intensificaria as regras que visam a coibir a ocorrência de abusos sexuais entre membros do clero, tornando-as as mais rígidas.
A partir do segundo semestre de 2009, vários sacerdotes da Igreja Católica passaram a ser alvo de denúncias de crimes desse tipo, a maioria delas contra menores, em diversos países, entre eles a Itália.
Na época, houve pronunciamentos que relacionavam as ocorrências de pedofilia entre padres ao homossexualismo, em contraposição às críticas que pediam o fim do celibato para impedir a disseminação dos delitos contra crianças — postura que foi duramente repudiada por organizações de defesa dos direitos dos gays.
Fonte: R7 / Gospel+
Via: O Verbo
Pastor Rick Warren da Southern Califórnia foi internado esta semana após seus olhos terem sido queimados com a seiva de uma planta daninha. Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel O porta-voz de Rick Warren, A. Larry Ross, disse que os médicos esperam que ele se recupere plenamente. O incidente ocorreu segunda-feira enquanto Warren, que lidera a Igreja Saddleback, em Lake Forest, Califórnia, estava cuidando do jardim em seu quintal. Jardinagem, Ross, disse, é uma maneira influente pastor relaxar. “É uma paixão dele,” disse Ross ao The Christian Post, quinta-feira, observando que o pastor da mega-igreja muitas vezes diz: “Se você trabalha com sua mente, você precisa para relaxar com as mãos.”
Enquanto podava arbustos, incluindo ervas daninha, Warren enxugou o suor da testa e logo experimentou a dor excruciante em seus olhos.
“A seiva da erva daninha, evidentemente, é venenosa,” disse Ross.
Sua esposa, Kay, ligou para o 911 e Warren foi levado para a sala de emergência para o tratamento. Ele permaneceu no hospital durante a noite e foi liberado terça-feira.
Warren está se recuperando em casa e continua o tratamento com os contatos de proteção e pomada de cicatrização, disse Ross.
O pastor escreveu em seu Twitter, quinta-feira, “Meus olhos estavam severamente queimados por um veneno tóxico. Segunda-feira hospitalizado. Agora casa. Orem para a minha visão ser restaurada.”
Apesar levar algum tempo para Warren se recuperar, Ross observou que sua visão estava muito boa, na quinta-feira, que ele foi capaz de tuitar.
Fonte: Christian Post / Gospel+
Para Yvonne Moore, quando sua congregação batista do Sul realizou uma “cerimônia de compromisso” lésbico, não foi só algo contra a Bíblia — foi uma traição pessoal. Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica GospelA traição levou a idosa negra, que havia frequentado a Igreja Batista da Aliança em Washington D.C. durante 37 anos, a processar para que suas doações semanais fossem devolvidas — doações avaliadas em aproximadamente 250 mil dólares. “Fiquei transtornada — eu dou para a igreja dez centavos de cada dólar. Eu pago dízimos, e eles não respeitaram os membros o suficiente para nos escutar”, disse Moore numa entrevista da CNN publicada na quinta-feira. “Não acredito nessas coisas. Sou uma batista do Sul. A Bíblia fala contra o homossexualismo — não se pode levar isso para dentro da igreja”, disse ela.
Moore diz que frequentou o evento não acreditando que ocorreria em sua igreja, e achou a cerimônia “totalmente repugnante”.
Evidentemente, Moore não é o único membro transtornado com a mudança: a reportagem da CNN menciona brevemente que a congregação perdeu metade de suas famílias por causa do descalabro. Os pastores Christine e Dennis Wiley, porém, foram obstinados em sua decisão de celebrar a união da dupla lésbica.
“Não dá para você simplesmente ler uma Bíblia e pensar que de certa maneira você não dominou a palavra de Deus”, disse Dennis Wiley.
Mais tarde Moore desistiu do processo, embora tenha dito que não voltará mais àquela igreja.
Num encontro anual neste mês, os líderes americanos dos batistas do Sul aprovaram resoluções se opondo à normalização da homossexualidade nas forças armadas e no ambiente de trabalho.
O Distrito de Colúmbia [onde fica a capital dos EUA] começou a disponibilizar licenças de casamento para duplas de mesmo sexo em março, juntando-se a cinco estados que revogaram a definição legal de casamento entre um homem e uma mulher.
Fonte: Notícias Pró-Família / Gospel+
Traduzido de LifeSiteNews por Julio Severo
O Reverendo Billy não é um pastor de verdade, é um ator. Sua igreja, a The Church of Life After Shopping [Igreja da Vida Pós-Compras], não é de fato uma congregação religiosa. Quando vai a uma loja do Starbucks e encena exorcizar uma máquina registradora, Bill Talen (seu nome verdadeiro) não expurga espíritos ou qualquer sorte de demônio do aparelho que colhe os lucros da empresa. Billy diz sim lutar contra o diabo, mas ele não é um anjo caído: chama-se Mickey Mouse. Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel Hoje a igreja de Bill faz palestras sobre como lutar contra o diabo em pequenas comunidades, teatros e igrejas. O mote principal de seu ministério, como sugere o nome, é lutar contra o consumismo e informar as pessoas de que suas compras têm impactos globais. Nos workshops e campanhas da igreja, as pessoas aprendem a dar valor à economia local e a procurar saber como são feitos os produtos que se consome. Sua equipe oferece também aconselhamento para os que querem se livrar das dívidas do cartão de crédito. Martin Luther King, Malcom X, o brasileiro Augusto Boal (dramaturgo fundador do Teatro do Oprimido), são algumas das bases da The Church of Life After Shopping. Os métodos não ortodoxos do pastor renderam um documentário em 2005 sobre seus happenings, What would jesus buy?, dirigido por Morgan Spurlock (deSupersize me).
No ano passado, Billy fez uma turnê pelo Reino Unido com sua Shopocalypse Tour; já protestou contra a impressão dos catálogos da Victoria’s Secret [que desperdiçam muito papel, segundo Billy]. Munido de seu megafone, seu coral (que pode ter até 45 pessoas, dependendo da ocasião) e das palavras “divinas” contra o consumo exagerado, o Reverendo já foi preso cerca de 50 vezes por perturbar a ordem pública.
Inspirado pelos pastores de rua que discursam aos berros pelas ruas de grandes cidades, o Reverendo resolveu adotar seus maneirismos e começar o exorcismo contra Walt Disney, que há 10 anos investiu pesadamente contra os arredores da Times Square, em Nova York. construindo grandes lojas e enchendo os teatros da Broadway de peças baseadas em seus filmes. As prostitutas, os mendigos e os vendedores foram retirados das ruas e presos, justamente as pessoas mais interessantes do bairro, segundo ele. Oscilando entre ativista e pastor, o Reverendo Billy conversou por telefone com a Trip, de Nova York. Ora dava gritos, como se desse um sermão, ora bradava contra os bancos de Wall Street. Chamando o repórter pelo nome o tempo todo, ofereceu batizar seus futuros filhos via Skype, depois de explicar que o diabo tem muitas faces no capitalismo.
De onde vem o seu gospel?
Subcomandante Marcos, Walt Whitman, Malcom X, muitas fontes. Um dos nossos heróis é brasileiro, Augusto Boal. Ele é muito importante para o nosso trabalho.
Como sua igreja começou?
Eu morava perto da Times Square em Nova York e a polícia sempre prendia as pessoas mais interessantes do bairro. Personagens que ficavam fazendo discursos na calçada, a prostituta com coração de ouro e vendedores de falafel e hot dogs. Elas estavam sendo levadas. Você sempre ouvia: “O Sammy está na cadeia, o Gene foi levado a um abrigo”. Acontece que as empresas Walt Disney, o Mickey Mouse, estava se mudando para o nosso bairro e a polícia de [Rudolph] Giuliani, o prefeito então, estava prendendo as pessoas em cooperação com Mickey Mouse. Estavam construindo teatros Disney, com peças Disney e lojas Disney com todas aquelas coisinhas e o Mickey Mouse estava construindo uma estátua na Times Square. A Times Square é também um lugar com muitas criaturas na calçada pregando coisas do tipo “fogo e enxofre”, fundamentalistas de direita.
Eles estavam sendo presos também?
Eles deveriam ter sido presos [risos]! Eu comecei a estudar e imita-los na frente da loja da Disney, há 10 anos, e comecei a pregar [levanta a voz e fala como pastor]: “Mickey Mouse é o anticristo, crianças! Eu quero que vocês afastem suas famílias deste templo da desigualdade! Não há nada além de produtos feitos em sweatshops nestas prateleiras!
E o que aconteceu?
Quando meu dei conta, havia uma multidão um volta de mim, e algumas pessoas estavam batendo palmas e cantando. Agora eu tenho um coral de 40 vozes.
As pessoas começaram a cantar espontaneamente?
Sim. Elas batiam palmas. Como num culto do domingo. Depois de um tempo, passávamos o microfone pelas pessoas e elas discutiam o consumismo, como as corporações estão dominando nossas vidas. Aqui na Times Square, eles estão transformando o espaço público internacional num shopping gigante e isso está acontecendo no mundo todo. Tem todo tipo de gente na Times Square, pessoas do Brasil, Japão, Rússia e elas contam que isso acontece no país delas também.
Desde que você fundou a Church of Life After Shopping, você virou um pastor em tempo integral?
Sim, Savitry D. [sua esposa] e eu nos casamos perto do 11 de Setembro e ela é diretora de teatro. Algumas de nossas performances são no palco, como uma peça interativa, baseada num culto, uma performance gospel empolgante. Ativistas locais sobem ao palco e falam sobre como resistir ao consumismo, crianças são batizadas para uma vida além das compras… Se você tiver filhos, traga-os a Nova York. Ou eu posso fazer um batismo via Skype, não tem problema. O consumismo está nos atacando por todos os lados e temos de ajudar uns aos outros.
The Church of Life After Shopping do Reverendo Billy no Starbucks
O anticristo é o Mickey?
Há um sistema de alternância de diabos. Agora, são os bancos de Wall Street que financiam o carvão sujo. Nós temos um processo de mineração que é chamado mountain top removal, no qual basicamente eles explodem uma montanha e deixam as pedras e resíduos de lado para chegar ao carvão. É ruim para o clima, envenena as pessoas das comunidades locais. Esses bancos são o diabo do momento, o JPMorgan Chase. Nós vamos juntar a sujeiras da West Virgina, vamos aos lobbies dos bancos [que financiam esse tipo de mineração] e vamos fazer como o Richard Dreyfuss no [filme] Contatos imediatos de terceiro grau, vamos ficar fazendo montanhas. Mas acho que somos mais famosos por exorcizar o demônio das caixas registradoras do Starbucks.
Por que vocês fazem isso?
Nós fazemos um ritual que surpreende as corporações e que elas vão lembrar. As corporações são muito bem-guardadas, tentamos chamar a atenção. Eles querem que você escreva uma carta [risos]. Se você coloca sua mão na máquina registradora e a outra no ar e fala com um Deus desconhecido – nós mudados o nome do nosso Ser Supremo todo dia para nos mantermos longe de confusão, não queremos ser fundamentalistas. Só de me ver através da câmera de segurança faz o vice-presidente da Starbucks pular da cadeira. O Starbucks é como o banco Chase-Manhattan, são uma companhia que convenceu muitas pessoas progressistas dos EUA de que eles são uma boa companhia. Na verdade, eles são conservadores, é como os Clintons.
Como eles conseguiram convencer as pessoas de que são uma boa empresa?
Eles têm técnicas de marketing muito boas – o Starbucks sempre tem um anúncio de página inteira noNew York Times, todo verde… Mas de fato, eles não são uma companhia que negocia com justiça. Nos leilões de grãos de café, segundo as nossas evidências, eles são brutais, não pagam o suficiente. Eles são brutais, as famílias que levam os grãos ao mercado frequentemente têm filhos desnutridos. Eles desafiam a classe média consumidora em certos países ocidentais, especialmente nos EUA e na Europa, eles saturam com marketing mesmo aqueles que possam ter uma posição política que demande mudança. Nos anúncios você vê camponeses felizes perto do seu pé de café.
Quantas vezes você foi preso?
Cerca de 50 vezes. Geralmente só fico preso até o dia seguinte ou por algumas horas, às vezes só tenho que ficar sentado na viatura por um tempo.
Do que eles acusam você?
Eles têm muitas acusações: conduta desordeira, interrupção de negócios, invasão de propriedade…
Quantos membros tem sua congregação?
Temos seguidores pelo mundo todo. Eu assumi o papel de “palhaço-herói” por resistir ao consumismo, aos grandes shoppings, às lojas de departamentos.
Como se faz isso? Como se evita o consumismo, como você resiste a um shopping no seu bairro? Nós oferecemos aconselhamento que diminui o consumo. Temos um ritual na nossa igreja no qual uma mão está no ar e a outra no produto com a celebridade piscando para você no rótulo e prometendo que vai fazer sexo com você. [Aumenta o tom de voz] Calma! Provavelmente, eu não posso provar, provavelmente, aquela celebridade não vai dormir com você! É possível que você não transe quando pagar dezoito dólares pelo produto! [Mais calmo] Tentamos desacelerar o processo porque ele é ameaçador e diz que você não vai fazer sexo se não comprar o perfume. E, ridiculamente, esses produtos são quase sempre tóxicos, fabricados a partir de petróleo e químicos que vão do seu corpo para a terra, especialmente os que vêm de longas distâncias, nessa economia global neoliberal, que é um desastre ecológico. É necessário enviar coisas a longas distâncias, mas precisamos encontrar um equilíbrio. As pessoas precisam descobrir que a comida pode ser encontrada localmente, a energia também, e gradualmente poderemos nos afastar do sistema centrado no combustível fóssil. Isso demanda uma mudança de estilo de vida, mas a Terra está mandando sinais. Precisamos de mudanças; na nossa igreja dizemos: “Change-alelujah [mudança-eluia]!
Sua igreja oferece orientação financeira?
Sim. Os cartões de crédito – especialmente no Natal – são terríveis, você paga 25% de juros a bancos, geralmente de Wall Street. Agora, por causa da crise mundial, é sabido o que esses bancos fazem com o dinheiro, o zé-ninguém na calçada sabe o que eles fazem. É uma boa idéia sair do cartão de crédito porque seu dinheiro encolhe em 25 por cento. Por motivos éticos e políticos você não deve usa-los, porque eles mostraram o que fazem com dinheiro. O consumismo envolve causas políticas da direita, dar dinheiro aos sweatshops, às companhias que exploram carvão sujo. É uma emergência da Terra em proporções que não conhecíamos antes. Eles não conseguiram fazer nada em Copenhague. As corporações controlam os governos; temos de parar essas empresas e indústrias que destroem as comunidades e fazem a industrialização da pesca e da agricultura. A economia baseada nas corporações não é sustentável. Na The Church of Life After Shopping tentamos fazer as pessoas entenderem isso da nossa maneira, que é cômica e espiritual ao mesmo tempo. Queremos que as pessoas comuns assumam a responsabilidade de resistir controlando como elas gastam seu dinheiro.
Você notou um aumento no seu rebanho depois da crise econômica mundial? Absolutamente. Katrina e Rita, os dois furacões, foram um grande passo [para o aumento]. Os americanos estavam vendo que… Eu não deveria dizer “americanos” porque vocês também são americanos, devo dizer que nos Estados Unidos nós vimos um furacão de categoria um [a menor] causar aquilo porque aumentamos em dois graus a temperatura do México devido aos nossos fertilizantes. Foi como se a Terra estivesse revidando contra as empresas petrolíferas dos EUA, ali no Delta do Mississippi. As pessoas viram as imagens de grandes ondas empurrando plataformas de petróleo, de 18 veículos utilitários, lado a lado, tentando escapar de Houston, no Texas. As imagens fizeram os cidadãos pensar que suas compras têm conseqüências. O marketing diz que nós só compramos o produto e que isso não gera nenhum impacto. Ele nos protege de fazer a pergunta: “Espere um minuto: quem fez esse produto?”. “O que tem nesse produto, qual recurso da Terra está neste produto?”. No meu país, você é ensinado a não fazer essas perguntas.
Qual foi a maior conquista da sua igreja?
Nós ajudamos as pessoas a celebrar um novo tipo de Natal, parcialmente porque Morgan Spurlock, do filme Supersize me, fez um filme sobre nós chamado What would Jesus buy?. Esse é o nosso manual de instruções visual. As pessoas se inspiram a vivenciar uma experiência com suas famílias e fazem as compras nos comércios da vizinhança, localmente. [Grita] Local-luia, crianças! Local-luia! Ande até o presente que você vai comprar, ou talvez vá de bicicleta. Você não tem de ficar preso no engarrafamento para ir até o shopping.
O que mais você gostaria de dizer, Reverendo?
Tudo se resume a uma escolha pessoal. Eu sei que assim que você sair do prédio da sua revista, você dará de cara com o diabo. Eu quero que saiba que estamos todos com você. [Grita] Todos nós pecamos, todos compramos demais! Mas eu sei que você pode resistir à tentação que invade seus sentidos!
Amém!
Fonte: TRIP / Gospel+
Via: Pavablog
A juíza de paz Marta Corvella, que havia dito que não casaria casais gays porque “Deus não aprova” esse tipo de relação, mudou de ideia após uma conversa com seu pastor. A chefe do cartório de General Pico, na Província argentina de La Pampa, agora está disposta a efetuar os casamentos entre pessoas de mesmo sexo, aprovado na última semana no país vizinho. Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica GospelA informação foi confirmada nesta segunda-feira (19) pela diretora do Registro de Pessoas provincial, Irene Giusti, em entrevista ao jornal Clarín. Segundo ela, a juíza voltou atrás “após um encontro com seu pastor”.
- Ela inclusive manteve encontro com vários casais homossexuais, a quem assessorou a respeito dos trâmites necessários para o casamento, logo que a lei seja promulgada.
Na última semana, logo após a aprovação pelo Senado argentino da lei que permite o casamento entre pessoas de mesmo sexo, a juíza Marta disse não iria casar gays em seu cartório “por uma questão de princípios cristãos”. Ela disse ainda que, “na Bíblia, Deus não aprova essa forma de viver”.
A Argentina é o primeiro país latino-americano a contar com uma lei de casamento gay e o 11º país no mundo.
A legislação precisa ser promulgada pela presidente Cristina Kirchner, que já deu o seu apoio ao projeto.
A aprovação da lei ocorreu em meio a forte oposição de grupos religiosos.
Fonte: R7 / Gospel+
Via: Guia-me
O drama “Para Salvar Uma Vida” foi visto em mais de 400 cidades norte-americanas.
O filme aborda suicídio, depressão, autoflagelação, isolamento, gravidez e outros assuntos trabalhados normalmente por assistentes sociais em prol de jovens e adolescentes. Mas fica a seguinte pergunta: o filme mesmo com tom sério, porém inspirador e com conteúdo cristão, conseguirá chamar a atenção de adolescentes e do público em geral?
Jim Britt, em uma entrevista a uma instituição norte-americana fala sobre as razões para não deixar de assistir “Para Salvar Uma Vida”, e a sua opinião quanto aos assistentes sociais. Além disso, o roteirista nos enviou uma cópia do filme para revisão desses especialistas, e, dentro de alguns dias, sairá o parecer dos assistentes sociais sobre o filme “Para Salvar Uma Vida”.
P: Jim, poderia falar um pouco sobre você, por favor?
R: Sou especializado em cinema por uma Universidade localizada em La Mirada, Calif. No verão, antes de meu último ano de faculdade, fui convidado a trabalhar com alunos de segundo grau numa igreja. Naquele verão trabalhei 80 horas por semana e adorei tudo aquilo. Terminei a minha especialização, sabendo que trabalharia em tempo integral no ministério jovem e dedicando a minha vida aos adolescentes. Mais ou menos três anos atrás me procuraram com a ideia de escrever esse roteiro e foi tão bom, pois usaria a minha faculdade para algo realmente útil. Muitas das histórias no filme são baseadas na vida real dos alunos com os quais eu trabalhei e os desafios que eles enfrentaram.
P: O que lhe impulsionou a escrever o livro “Para Salvar Uma Vida”? No seu trabalho como ministro de jovens, você vê uma boa quantidade de adolescentes lidando com os assuntos que você incluiu no livro?
R: Antes de mais nada, o livro veio depois do filme. O que me fez escrever o roteiro foi a grande possibilidade de estar dia a dia conversando ao menos com um jovem sobre os seus problemas. A história realmente veio para levar esperança a jovens e adolescentes feridos, e, também, para transformá-los em mensageiros da esperança. O meu desejo é passar a mensagem aos feridos e solitários. Nós podemos salvar vidas. Praticamente tudo abordado no roteiro/livro eu vejo acontecendo na vida de jovens e adolescentes com quem eu trabalho.
P: A maioria dos filmes classificados como de adolescentes são filmes de ação, comédia ou terror. Eles também costumam ser sexualmente instigantes. Como você acha que os adolescentes irão reagir ao filme “Para Salvar Uma Vida”? Será que vai ser muito sério?
R: Você tem razão, não existem muitos dramas voltados para o público adolescente. Eu acho que é por isso que os adolescentes já responderam a esse filme de forma tão positiva. O filme não esclarece a dor deles, mas lida com ela de forma autêntica. Acho que subestimamos demais os adolescentes, mas esse filme verdadeiramente crê numa geração capaz de mudar o mundo, dando a esta geração o ímpeto para passar adiante a mensagem ajudadora. Nunca realmente nos fixamos à ideia de apenas fazer um filme (isso é difícil demais), mas procuramos contar bem uma história, buscando um novo mover. Acredito que o sucesso desse filme não irá se basear somente nos números de bilheteria, mas sim no número de vidas salvas e de feridos e solitários tocados.
P: Você vem originalmente de um ambiente calcado na fé. O filme coloca a fé como única solução para os assuntos com os quais os jovens lidam?
R: Uma das coisas que tantas pessoas têm gostado no nosso filme é que ele não tenta impor nada. “Para Salvar Uma Vida” é realmente a história de um aluno que passa a viver uma vida muito além do que apenas sucesso e popularidade, mas o verdadeiro significado da vida.
P: Os assistentes sociais ajudam os jovens a lidar com muitos assuntos em suas abordagens no filme. Eu também conheço alguns assistentes sociais que administram programas para ajudar os jovens a construir sua autoestima e fazer a transição para uma vida adulta saudável. Como você se sente a respeito do papel dos assistentes sociais na vida dos jovens, especialmente os assistentes sociais nas escolas?
R: Acho que ao invés de se fazer séries com atores e atrizes, deveríamos fazê-las com pessoas que trabalham com os jovens. Com base na minha experiência com os assistentes sociais locais, vejo que estão entre as pessoas mais trabalhadoras, carinhosas e dedicadas que já conheci. Como educador, eu considero os assistentes sociais como parceiros com quem me uno para ajudar a próxima geração. Na semana passada, fui a uma reunião com dois assistentes sociais para ajudar um aluno com dificuldades em meu grupo jovem. Fiquei muito surpreso e espero que esse filme seja incrivelmente inspirador, e lembre a esses profissionais o quanto é importante o trabalho deles. Todos nós precisamos trabalhar em equipe para trazer esperança a nossos semelhantes.
P: Qual foi o orçamento de “Para Salvar Uma Vida”? O que consideraria como uma abrangência bem-sucedida do filme para você?
R: Os produtores gastaram mais do que eles inicialmente previram. Eu sei muito bem disso. Quanto às exibições, o grupo cinematográfico pensa que o orçamento foi muito maior do que foi na verdade. Uma abrangência bem-sucedida para nós seria fazer todo jovem e adolescente assistir o nosso filme. Esperamos que milhares de vidas possam ser salvas, que o número de jovens e adolescentes feridos emocionalmente seja diminuído em todo o país, e que centenas de milhares em toda a parte comecem a ir à escola, à igreja, sabendo da virtude desta verdade, de que um ato de bondade com qualquer colega possa literalmente salvar uma vida.
P: Em quais outros projetos você está trabalhando? Mais algum filme voltado aos jovens?
R: Sim, claro. Não posso falar muito sobre o próximo projeto, somente que o nosso próximo filme impulsionará os jovens a achar uma casa para cada criança de rua na África. Estou tão empolgado com isso que é até difícil pegar no sono à noite. Tenha um ótimo dia. Me comunique se houver qualquer coisa que eu possa fazer para ajudar.